DOUTRINAS – Somos Protestantes? Então protestemos! (5 Solas)

21 10 2010

Provérbios 22:28 diz:“Não removas os limites antigos que teus pais fixaram.”

A questão dos limites (ou fronteiras) na Bíblia não é meramente algo que devemos ter cuidado, é algo que é dado uma muito grande importância. As fronteiras eram os sinais de marcação sobre o que pertencia a um e o que pertencia ao outro, remove-las era como que roubar espaço ao vizinho. Hoje vivemos numa sociedade, que ostenta (porque na realidade raramente é verdade) que cada individuo é em si único e que devemos nos respeitar, até existe o chavão popular, “a minha liberdade termina, onde começa a liberdade do próximo”, mas quando essa fronteira é transposta ou removida, aí começam os problemas. Os limites nos tempos do AT, eram também muito importantes, merecendo varias admoestações para que respeitássemos os limites que haviam sido estabelecidos, e em caso de incumprimento, a punição era igualmente severa.

A minha pergunta é: E com Deus temos respeitado os limites antigos fixados pelos seus profetas e discípulos?

A exortação do salmista era para estarmos atentos, para não nos esquecermos dos que antes de nós cá andaram, e o que eles fizeram. Eu acredito que um grande golpe infligido por Satanás no Cristianismo do sec. XX e XXI foi o esquecimento do nosso passado, o abandonar o que os nossos pais na fé ensinavam e defendiam (inclusive deram a sua vida). O mais triste foi que este ataque de certa forma não é novo, já o afastamento dos romanistas da fé da igreja primitiva foi derivado a um afastamento da doutrina histórica e um apegamento a novas tendências. O meu medo é que o Cristianismo (evangélico) esteja novamente a apostatar-se da fé verdadeira, abrindo os braços para o humanismo secular, adoptando praticas cada vez mais ecuménicas, desviando-se cada vez mais do que é realmente o Cristianismo de Jesus.

“Um país sem história é um país de loucos.” Santayana

“O passado é sempre um aviso para o presente.” Robert Penn Warren

Grande parte deste golpe na história foi dado quando nós abandonamos os ensinos de nossos predecessores, alguns acham que não à lugar no culto para o estudo das vidas de homens, que é centrar a pregação no homem. Mas essas pessoas falham em compreender que a Bíblia exorta a analisarmos a vida das pessoas e a seguirmos os seus bons exemplos, os heróis da fé em Hebreus são um excelente exemplo, se nós centrarmos o nosso estudo na vida de Spurgeon por exemplo, certamente estamos a centrar ao próprio Deus, pois sua vida girava em torno de Deus. Ao analisarmos a vida de Calvino a reforma na Suíça, na vida de Lutero a força de reformar aquilo que estava mal ICAR Alemã, ao analisarmos as vidas dos reformadores, analisamos a teologia mais importante de todas, a disciplina que muitas vezes falta nas igrejas, incluindo calvinistas, a disciplina da “Teologia Aplicada”.´

Um dos fundamentos base que hoje praticamente não se defende nas igrejas pós-modernas e mesmo algumas consideradas fundamentalistas, são os 5 Solas. Eles foram os pilares que sustentaram a Reforma Protestante, eles estavam por detrás de cada uma das teses de Lutero, das Institutas de Calvino, das pregações de Spurgeon. Os 5 Solas são:

  • Sola Scriptura – Só a Escritura apenas
  • Solus Christus – Só Cristo apenas
  • Sola Fide – Só pela fé
  • Sola Gratia – Por Graça apenas
  • Soli Deo Glória – Só a Deus seja a Glória

SOLA SCRIPTURA – A autoridade de Deus

A pergunta principal e fundamental acerca de este “sola” é: “Onde é que a Bíblia defende a Sola Scriptura?”.

A verdade é que não existe um versículo chave que nos possamos apoiar, mas só porque não existe um verso na Bíblia que explicitamente explique a Sola Scriptura, não que essa ideia não esteja presente, muitas vezes à realidades na Bíblia que estão implícitas, mas isso não faz delas nem menos importantes, nem menos verdade. Um exemplo muito bom é a Trindade, uma das verdades inalteráveis do Cristianismo, está ensinada por toda a Bíblia de uma forma implícita.

A Bíblia é auto-suficiente, e capaz, para transmitir tudo o que nós necessitamos saber neste mundo. Na igreja primitiva a importância das escrituras era enorme, na Bíblia lemos varias vezes “está escrito”, a apologética nesses tempos era totalmente dependente da escritura, e então se nos voltarmos para os escritos da 2ª e 3ª geração de discípulos (que não tiveram contacto pessoal e físico com Cristo, e pouco ou nenhum com os apóstolos) vemos que os Evangelhos e as Epistolas eram constantemente citadas, e a escritura insistentemente exaltada.

A escritura deve sobrepor-se a tudo o resto, o próprio Jesus advertiu os fariseus e os repreendeu, pois colocavam a sua tradição à frente dos mandamentos de Deus, logo se os mandamentos de Deus não devem ser passados oralmente por intermédio da tradição, só podem ser transmitidos por intermédio de escritos. Um escritor desconhecido escreveu um dia este texto:

“Este livro é a mente de Deus, o estado do Homem, o caminho da salvação, a condenação dos pecadores, e o jubilo dos crentes. Os seus ensinamentos são santos, seus preceitos vinculativos; suas histórias verdadeiras, e suas decisões imutáveis. Lê-o para seres sábio, crê nele para seres salvo, pratica-o para seres santo. Ele contem luz para te guiar, comida para te alimentar, e conforto para te animar. É o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do navegador, a espada do soldado, e o carácter do cristão. Aqui o paraíso é restaurado, os céus abertos, e os portões do inferno anunciados. Cristo é o seu grande assunto, o nosso bem o seu mote, e a glória de Deus o seu objectivo. Ele devia encher a mente, mandar no coração, e guiar os pés. Lê-o lentamente, frequentemente, humildemente. É uma mina de prosperidade, um paraíso de glória, e um rio de prazer. Segue os seus preceitos e ele te levará ao calvário, ao tumulo vazio, a uma vida ressurrecta em Cristo; Sim!, à própria glória, pela eternidade.”

A autoridade e suficiência da escritura tem sido constantemente posta de parte nas “igrejas”, perdeu-se a ideia que existia nos reformadores e nos puritanos, de que a Bíblia era suficiente não só para os assuntos espirituais da comunidade, mas também para a ética, a moral, a família, as finanças, a educação de crianças. Perdemos a suficiência da escritura em tudo na vida, e agora olhamos para as igrejas e vemos lares destruídos, vidas acabadas, carreiras arruinadas; olhamos para os púlpitos e ouvimos, pregações sem espírito, sem autoridade, a proferirem mentiras para agradar à plateia, o pregador parece mais um vendedor dos anúncios de TV que um ministro de Deus, rejeitam a autoridade escritura e colocam no seu lugar doutrinas demagógicas. Calvino um dos pais da reforma ele dizia:

“O fanatismo que descarta a escritura, sob o pretexto de recorrer a revelações imediatas é subversivo a todos os princípios do Cristianismo. Pois quando se vangloriam extravagantemente do Espírito, a tendência é sempre enterrar a Palavra de Deus para poderem arranjar espaço para as suas próprias falsidades.” João Calvino



Hoje em dia surpreendemo-nos com a velocidade com que os jovens nas nossas igrejas, vagueiam de um estado para o outro, num minuto parecem super-santos, no outro estão a ir para discotecas e boates, essa situação é fruto do desaparecimento da autoridade de Deus, revelada nas escrituras, transmitida nos púlpitos. É resultado de uma geração que foi ensinada que a adolescência serve para isso mesmo, ser parvo, e regra geral a adolescência dura para lá dos 20 e muitos anos. Sigamos o exemplo de Spurgeon que de tenra idade se devotou à Escritura.



SOLUS CHRISTUS – Fé centrada em Cristo

O mesmo Spurgeon por ocasião da inauguração do novo templo da sua congregação, ele subiu ao púlpito e as primeiras palavras que expressou foram estas:

“Eu proponho que o assunto do ministério de esta casa, enquanto esta plataforma estiver de pé, e enquanto esta casa for frequentada por adoradores, seja a pessoa de Jesus Cristo. Jamais me envergonho de me confessar calvinista; E eu não hesito em tomar o nome de Baptista; Mas se eu sou interrogado sobre qual é o meu credo, eu respondo, “É Jesus Cristo”. Meu venerável predecessor, Dr. Gill, deixou uma excelente e admirável herança teológica. Mas o legado ao qual eu me prendo e vinculo para sempre, querendo Deus,…É Jesus Cristo, ele que é a essência e autoridade do evangelho, que em si mesmo é toda a teologia, a encarnação de toda a preciosa verdade.” Charles Spurgeon

Centrar a nossa fé em Cristo, afinal de que vale sermos chamados de Cristãos, e termos Cristianismo como nosso credo, se Cristo é apenas um adereço. Se igrejas cristãs, viraram clubes sociais, onde vamos umas vezes por semana para confraternizarmos com outros membros. De que vale se a pregação nos púlpitos, não contemplam a Cruz.

Dizem-se cristãos, mas d’Ele só querem o apelido. Não queremos de maneira nenhuma aquilo que Ele ensinou. Queremos Cristo, mas não queremos verdade absolutas? Queremos as bênçãos de Deus, mas não queremos o Deus das bênçãos? Com as bênçãos Deus também trás mortificação, Deus também trás a morte do ego, disse Jesus:” Quem quer vir após, dia após dia, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me”. É difícil não é?

Temos que cortar com o humanismo que entra pelas igrejas, temos que voltar a pregar o Cristo histórico, aquele diz que quem for a Ele será salvo, MAS, quem não for a Ele já está condenado. Temos que nos insurgir contra esses supostos profetas que enganam o povo proferindo mentiras, coçando as costas à audiência. Pregando aquilo que Cristo pode fazer por elas, e não aquilo que Cristo já fez.

Qualquer pregação que não fale da substituição que ocorreu naquela cruz em Cristo, não é, nem nunca será pregação do evangelho. O Cristo histórico tem que tornar a ocupar o centro dos nossos púlpitos novamente, e TUDO o que ele disse ser nosso estandarte. E rejeitar todo o tipo de gratificação imediata que elimine a esperança eterna que temos em Cristo Jesus.

SOLA GRATIA – Evangelho

A salvação é um acto sobrenatural da parte de Deus.

“Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais outrora andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência, entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),e nos ressuscitou juntamente com ele, e com ele nos fez sentar nas regiões celestes em Cristo Jesus, para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça, pela sua bondade para connosco em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie. Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas” Efésios 2:1-10

No verso 4, depois de nos primeiros três versos ter desenhado um cenário negro para o Homem, Paulo diz: “Mas Deus!”. A salvação não é uma reacção de Deus a uma atitude nossa, mas sim, uma reacção nossa a uma acção de Deus que nos salva. Deus é o agente primário. Alguns acreditam que na salvação o Homem coopera com a Graça de Deus mas na realidade como vemos em Ezequiel 36, Deus está a dizer precisamente o contrário que se fosse necessário cooperação nossa, nunca seriamos salvos.

“Dize portanto à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Não é por amor de vós que eu faço isto, o casa de Israel; mas em atenção ao meu santo nome, que tendes profanado entre as nações para onde fostes; e eu santificarei o meu grande nome, que foi profanado entre as nações, o qual profanastes no meio delas; e as nações saberão que eu sou o Senhor, diz o Senhor Deus, quando eu for santificado aos seus olhos.  Pois vos tirarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra. Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícies, e de todos os vossos ídolos, vos purificarei. Também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. Ainda porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis as minhas ordenanças, e as observeis. E habitareis na terra que eu dei a vossos pais, e vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus. Pois eu vos livrarei de todas as vossas imundícies;” Ezequiel 36:22-29

Reclamemos de volta aquilo que é de Deus, neguemos todo o tipo de doutrina humanista, coloque o centro no homem e não em Deus. Como dizia Lutero:

“Se qualquer homem atribui algo na salvação, ainda que a parte mais ínfima, ao livre arbítrio humano, ele não sabe nada da graça, e não compreendeu Jesus Cristo correctamente.” Martinho Lutero

Dizemos que compreendemos a Deus, mas falhamos na interpretação da obra salvífica que Ele realizou na Cruz.

SOLA FIDE – Artigo Primordial

A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Quem acrescentar ou retirar algo a esta frase que não seja complementa-la estará a cometer heresia, a fé é o meio pelo qual o Homem se apresenta diante de Deus após a sua regeneração.

O grande problema da interpretação do papel da fé na salvação do Homem nos tempos modernos é definir em que altura ela aparece, alguns crêem que a fé precede a regeneração, e que a nossa maneira de cooperarmos com a graça de Deus é em livre arbítrio pela nossa fé. Mas como na questão da Sola Scriptura, apesar de não termos uma passagem que nos diga explicitamente que a regeneração precede a fé. Podemos ver isso de forma implícita em várias passagens, inclusive algumas que já analisamos neste artigo. Se a salvação fosse alcançável por nossa força, não estaríamos a ser salvos pela graça, mas sim, por um passo que nós demos. Portanto a fé tem de ser, e é!, fruto do espírito em nós.

“Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual. Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não regenerada.”Declaração de Cambridge

Se assim fosse poderíamos convencer as pessoas do pecado, através de técnicas de marketing, mas em nenhum lugar da Bíblia vemos isso a ser usado, nem sequer aconselhado. Mas se virmos a salvação como obra da graça e misericórdia imerecida de Deus para connosco, teremos uma noção ainda maior da necessidade de Deus nas nossas vidas.

“Fé salvadora é o clamor da nova criatura em Cristo. E a novidade na nova criatura é que ela tem novos gostos. O que dantes era desagradável ou mau, agora é ansiado. O próprio Cristo se tornou na arca do tesouro que é a santa alegria. A arvore da fé cresce apenas no coração que anseia pelo supremo dom que Cristo morreu para nos dar: não riquezas, nem saúde, nem prestigio, mas Deus!” John Piper

Outra questão muito importante de explicar é que o mero acto de professar fé, por si, não significa absolutamente nada. Jesus referiu que haverá muitos que dirão: “Senhor, Senhor”, uma profissão de fé, mas que na realidade Cristo nunca os conheceu (para salvação). Ou seja, profissão não é a mesma coisa que possessão de fé!

SOLI DEO GLÓRIA – Culto centrado em Deus

A grande falha da Igreja do sec. XX e XXI foi aqui, se desviarmos o foco da razão principal pela qual existimos, respiramos e andamos, certamente tudo o resto se desabará como um castelo de cartas no meio de uma tempestade. Certa vez perguntaram ao Senhor Jesus, qual é o principal de todos os mandamentos, qual o objectivo inerente a todo o ser humano, pergunta à qual Jesus respondeu: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento”. Paulo também adverte: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais, qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.”.

Não nos deixemos enganar tudo que não recaía nestas duas categorias, é pecado! Nem que estejas a levar milhares de almas aos pés de Cristo, se não tiveres amor a Deus, e estiveres a buscar a tua própria glória (vanglória) estás debaixo do juízo do Deus Todo-poderoso.

“Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, o nde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós. Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.” Declaração de Cambridge

A Igreja Verdadeira (sejam baptistas, presbiterianos, nazarenos, irmãos etc.) necessita urgentemente de tomar uma posição, de não se deixar confundir com estes lobos em pele de cordeiro, que só buscam a própria glória e reconhecimento, pondo de parte tudo que a Palavra de Deus, exige do seu povo, enganando almas, e levando-as directamente para o Inferno.

A minha exortação irmãos é que voltemos ao evangelho da cruz, retornemos às origens, abandonemos os caminhos que estes últimos 100 anos demonstraram que são óptimos para encher igrejas de almas perdidas, coisa para a qual nós não fomos chamados. E trabalhemos diligentemente e fervorosamente em fazer a luz de Cristo e sua Palavra brilhar em meio às trevas e obscuridade que o “evangelicalismo” mundial está mergulhado.

Quando confrontados com a afronta, os romanistas apelidaram-nos de protestantes, talvez esteja na altura de tomarmos novamente essa alcunha para nós, e protestarmos novamente contra aqueles que ousam profanar o nome de Deus em busca de sua própria exaltação. Oremos ao Senhor pedindo-lhe sabedoria e discernimento, e aí concerteza Ele nos fará saber qual é sua vontade.

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” 2 Crónicas 7:14

Fraternalmente em Cristo,

Fábio Silva

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